segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Pedal Anitápolis ---> Santa Rosa de Lima (26/12/2010)

Distância: +-70km
Saída: 08:00h CicloVil Bikes
CHegada: 22:00h CicloVil Bikes

 
Mais do que um passeio aproveitando o verão, este domingo foi uma ótima oportunidade de exercitarmos a amizade e a camaradagem do grupo.

Como de costume, o roteiro proposto por Nivaldo foi muito agradável, Uma oportunidade de respirar ar puro(tinha poeira tb!!!), tomar um banho refrescante(com a água da piscina tava kente pacas?), aproveitar uma brisa do interior, ouvir o som dos pássaros, do rio e da cachoeira(durante quase todo o percurso!!), ver a árvore(e era grande!) crescendo sobre a pedra, passear por sobre as sobras dos eucaliptos, cumprimentar os que por alí vivem(e vivem bem!!), e apreciar o capricho que se tem no plantio de flores e cuidado com os gramados...

Mesmo os colegas que sentiram um pouco na parte física sabiam que o percurso oferecia muito mais do que exigia. Aos colegas que estão lendo esta mensagem e que não foram porque não estavam confiantes quanto a condição física/técnica recomendo que conversem com outros colegas, para confirmarem o que digo.

Em minha opinião, a programação de verão das últimas semanas do nosso grupo tem sido especialmente gratificante. E acredito que outros bons passeios ainda virão.

Nos vemos por ae...

--
Petry, Marcos R.
São José, SC, Brasil
"Seja realista: Peça o impossível"

 

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Projeto PEDAL CURTICEIRA no DIÁRIO POPULAR (11/11/2010)


PEQUENO RELATO RESUMINDO NOSSA AVENTURA

*** Antes de qualquer coisa quero dizer que saímos na hora hehehehe

Na data de ontem alguns aventureiros Kaveiras(acho que 12) seguiram o comando do Capitão João e conforme postado seguimos em direção ao Morro da Lagoa e da Asadelta.

No caminho (ponte) encontramos a dupla Pedro e Cássio que também estavam indo para o mesmo lado onde nos acompanharam até o morro da Lagoa.

Na beira mar de floripa quase que o João dá de cara com um ciclista maluco que só desviou emcima da hora quase derrubando a galera toda fazendo aquele strike.......... mas seguimos em frente num rítmo gostoso de pedalar .........

Chegando no topo descansamos por 2 longos minutos e subimos o aventureiro morro da asadelta, que morro massa !!!!!!!!!!
João na frente como sempre, nosso capitão que sempre conhece os caminhos da cidade(precisamos dar de presente a ele um GPS) se perdeu não achando o caminho certo e dando de cara na cerca de arame farpado.
Tinha que ter uma para  a noite neh, é claro.

Voltamos e pegamos o caminho certo onde como todos puderam ver pelas fotos do Samu uma vista incomparável onde somente quem chega até lá e dá o sangue para chegar que tem esse enorme prazer.

Tudo que sobe............... desce !!!!!!!!!!!!!
Descemos as morrebas todas esperando os demais no ponto de ônibus lá no topo do morro da Lagora para descermos todos juntos (o cheiro de freio a disco estava bombando) .....
O problema maior foi esperar alguns colegas uheuheuheuhe   que compraram um terreninho...  né Kukinha....    tudo porque não tinha um bom farol......  dá nada, sou dono de loteamentos.........

O Cássio, Pedro e Maurício resolveram subir o morro da Asa até o meio e descidiram fazer outro trajeto indo pelo morro do Badejo.

Dali seguimos firme e forte para a loja onde o nosso amigo Samu estava com dores no joelho e está se recuperando com gelinhos no joelho...
No caminho as pessoas foram se desgarrando do grupo e bem no finalzinho tivemos um pneu furado do nosso colega novo que estava sem luvas e sem farol também (mais um) mas conseguiu encher e chegar em casa contente com o dever cumprido e todos foram felizes para sempre para as suas casas.

Só posso dizer uma coisa........  foi muito massssssssssssssssssssssssssssssa !!!!!!!!!!!!!!!!!

Mestre Rinaldo !!!!!!  Esperamos que no próximo pedal vc possa estar junto, é um prazer pedalar com o amigo e sentimos a sua falta, pelas brincadeiras e respeito que o amigo transmite.

Abraços e até a próxima aventura !!!

Luciano Gomes

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Relato do Pedal de Terça - 19/10/10 - Cobrinha de Ouro

Terça-Feira 19/10/2010

Percurso: Ciclovil-Cobrinha de Ouro-Ciclovil (+ ou - 50km)

 

Após alguns meses afastada, primeiro por problemas físicos (contusão no joelho) e depois por problemas pessoais, me animei com uma ligação do amigo Cássio, durante a tarde, me chamando para o pedal. Como adoro o roteiro proposto e próprio Cássio prometeiu me dar uma carona, já que aleguei que não aguentaria voltar pra casa pedalando (eu já havia corrido pela manhã e tb precisaria pedalar do centro de Floripa até a Ciclovil), não tive como negar ... Cheguei em frente a Ciclovil às 19:30h.

 

O pedal começou com um certo atraso, por volta das 20:15h, com 30 ciclistas.

A noite estava de fresca para gelada, ideal para suar a camisa.

 

Após as instruções do chefe João, saímos da Ciclovil em direção a BR 101.

A primeira parada para agrupar foi no posto BR na própria marginal da BR, importante para passarmos juntos o trevo de Forquilhinhas (acho que nem é esse, sou meio perdidas com os nomes naquela região, me corrijam se eu estiver errada).

Dali seguimos até a famosa ponte pencil, uma das grandes atrações do percurso. Tiramos umas fotos, depois que o Cássio entendeu o que queríamos (risos), e também causamos altos engarrafamento na entrada da ponte, imagine 30 bikers passando por aquela pontezinha, um mais devagar que o outro (risos).

 

Agrupamos na saída da ponte e percorremos todo o trecho de estrada de chão, cada um na sua velocidade. No trecho muitos buracos, alguma lama, uma brisa fria, alguns cachorros e uma lua lindaaaaa. Só paramos na "ponte do assassinato", oportunidade para João contar pela milhonésima os perigos ocultos da ponte. Seguimos o último trecho de estrada de chão, agrupamos mais uma vez e seguimos pela BR 262 até o trevo com a BR 101.

 

Próxima parada subida do Hospital Regional, nossa minhas pernas já nem respondiam mais fui só seguindo o fluxo, dando o último gaszinho para evitar de ficar pra trás (risos). Ainda bem que depois daquela subida vem uma descida e tanto, meu marcador chegou a 54km/m  uhuuuuuu

 

Chegando na Ciclovil os cansados, como eu, foram pra casa (o Cássio cumpriu a promessa da carona) e os efomeados (risos) foram pro Subway  ....  alguém precisa relatar o resto desta história.

 

AlineElétrica


.... ..__~Ô
....._  \ >_
....(_) /  (_)

Relato Pedal de Quarta-Feira


Raça alaranjada

Nesse pedal de quarta passo eu de carro em frente ao QG dos Laranjas
onde tem uma raça para pedalar.
Vcs não tema mais o que fazer não ???? heheheheheh
Terça estava lotadaço e ontem tinham cerca e 15 cabeças.

O grupo se dividiu onde alguns foram para a Lagoa e outros resolveram
obedecer o trajeto postado e ir para a Palhoça.
Eu dentro do carro vi a raça saindo.........cheguei em casa e as
20:20:h resolvi ir no pedal...........
Desci do meu AP (o Cássio falou que eu não ia dai foi um desafio.....)
eu peguei a galera na Igrejinha antes de chegar na Elza Luck, suei um
pouqinho mas cheguei......

Lá na miniciclovia (pelo menos tem ) uns carinhas de DownHill
resolveram passar por nós rindo e correndo...........
Para não deixar por menos e dar uma treinadinha par ao Beto Carrero
olhei para o João e falei.............fuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, eu
e o Cansian tivemos a obrigação de deixá-los vendo as nossas
camisetas.. hehehe.

Na volta a Ana resolveu pagar sorvete para a turma ond eo João
escolheu a sorveteria.
Adivinhem qual o nome da Sorveteria ???? " BAMBI". (temos imagens...)

Na volta os 9 integrantes voltaram pela Ponta de Baixo e seguimos de
volta para o QG do pedal.
Total de 21km.......mas um ótimo pedal.

Luciano, João, Ana, Rodrigo Cansian, Paulo_Kona, Paulo_Músico, casal
do Mato Grosso, Marquinho.

Da galera da Lagoa, aguardamos notícias.....

Amanhã temos os Kveiras...............não percam !!!!!

Depois mando as fotos...

Luciano Gomes

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Relato do pedal do dia 13/10/2010


Bom dia Galera

Pedal de quarta após feriado do Dia das Crianças

Pedal Leve

tivemos várias opções de escolha

e o grupo escolheu mais perto

para poder chegar mais cedo e ter a oportunidade de ver o jogo de futebol na tv

grupo solidário,aceitou com umanidade a proposta

então fomo em direção Coqueiros,Estreito,Barreiros,Shoping Itaguaçu e loja

fomos em 9 pessoas

2 meninas(eu e Ana)

e como sei pouco os nomes,deixa eu lembrar:

são eles:João(capitão),Mauricio,Rodrigo,Jaison,Luciano,Paulo(primeiro dia dele hoje) e o ultimo não sei seu nome.

 

Paulo me contou na volta que foi seu primeiro dia,foi sabado comprar a sua bike,já fez a inscrição

e segundo ele adorou o percurso

Nosso pedal foi leve, na frente capitão João comandava

E no final Rodrigo,ambos se comunicavam com Radio

Luciano sempre que daa ia no meio e no final da fila indiana verificar e dar apoio

tivemos várias paradas

E como sempre iamos em fila,e sempre o espirito solidário no grupo

no final chegando no Kobrassol começou a chuviscar

Mas nada que não possamos tranquilamente ir para nossas casas

pedal tranquilo,sem problemas

sem pneu furado

tranquilo,até a próxima galera

Os novos como paulo e o outro moço que não sei nome,não desistam ,e fiquem atento aos email do grupo.

E outra sempre observem,e fiquem atento as isntruções dos capitães do grupo

abraços a todos

Tânia Di Bernardi
(tanicapoeta)

 

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Relato do pedal a São Bonifácio 12/10/2010

 

Enquanto a manhã colocava a gargantilha de raios solares no pescoço do dia azul, os automóveis ajeitavam nossas bikes nas costas. Era uma cena diferente. Acostumadas a chegarem com os pneus no chão, as bicicletas chegavam flutuando! Talvez a leveza tenha sido a causa de nos demorarmos um pouco mais antes da partida.

 

Quando o comboio de nove veículos partiu em direção a São Bonifácio, a expectativa era grande, pois tínhamos uma equação difícil a resolver: eu, o Cássio e a Raquel somos tarados por asfalto; a Simara, o Cuquinha, o Nivaldo e o Rafael são tarados por estrada de chão, poeira e pó; o João é tarado por Café Colonial. Como resolver tal problema?! Assim que chegamos ao Posto Serramar, ao pé da serra, Nivaldo trouxe a solução: "tudo ao mesmo tempo agora!". Mal acabamos de atravessar uma torturante estrada de paralelepípedo e ganhar a maciez do asfalto, tivemos o prazer da travessia de uma pequena ponte pênsil: Huhuuu!!! O Ricardo e o Maurício passaram um sufoco danado em cima da ponte, mas passaram numa boa. Em seguida, veio uma estrada de brita e uma ladeira suave. Lá embaixo o rio cochichava uma prosa refrescante. Descemos a ladeira e ganhamos o asfalto.

 

Cerca de 2 km à frente, dobramos à direita, em direção a Cubatão. Nivaldo é o cara! Ele nos levou por uma estrada encantada: corredeiras, montanhas, plantações, gados, galinhas, tucanos, anus, gralhas, entre os sacis e as fadas! O que não contávamos era com os cachorros e com os borrachudos ferozes! E ninguém levou repelente! Por conta disso, o pedal que deveria ser num ritmo "médio prazeroso" foi ficando "ofegante lacrimoso". Tudo ia muito bem até que a montanha foi a Maomé! Uma ladeira comprida e íngreme promoveu a um só tempo a alegria dos Kveiras e o desespero dos Costelas! Mas o visual era incrível e valeu cada gota de suor!!! Os Costelas ficaram ainda mais suados quando os Kveiras João e Rodrigo resolveram descer e subir a ladeira duas vezes para um treino um pouco mais forte!

 

No topo do Himalaia havia duas placas: à direita, retorno ao asfalto, o que nos deixaria cerca de 25 km do ponto de partida. À esquerda, desceríamos a São Bonifácio, o que elevaria a quilometragem de volta para 34 km, pois alcançaríamos o centro da cidade. Decidimos pegar à direita não apenas para encurtar o trajeto, mas para despencar do alto da montanha por uma estrada feita para mountain bike, uma descida alucinante! A bomba do Cássio vibrou tanto na descida que se partiu em duas. Foi uma descida nervosa, técnica, radical e revigorante! E viva o dia das crianças!!!

 

Assim que chegamos ao asfalto, uma lomba nos aguardava. Com as caramanholas vazias, a subida ficou mais difícil. Agrupamos no topo do morro e descemos um pouco até chegar à derradeira montanha de asfalto. Ali eu e a Cruel nos sentimos bem e ultrapassamos vários ciclistas, mas paramos junto ao carro de apoio para esperar o último agrupamento. Após essa pausa, subimos os 500m que faltavam e mergulhamos a mais de 70 km/h. A galera arrepiou geral!!!

 

O último trecho foi de pura descontração, com um merecido banho de rio! Dali, voltamos para o posto, pegamos nosso carro e tocamos até Rancho Queimado para o Café Colonial "do João"!!! Doces e salgados, vinho, cerveja e muita piada! Foi um dos melhores passeios que já fiz em grupo! Tudo foi perfeito!

 

Quero agradecer imensamente a todos que se fizeram presente nesse que foi meu último pedal no Sul do país. Sentirei muita saudade dos amigos que terei que deixar de conviver, mas a vida às vezes se parece com as águas dos rios: é preciso chegar ao mar! Quando forem a Brasília, levem suas bikes prum pedal no cerrado! Eu e a Cruel estaremos esperando por vocês! Mandarei notícias, sempre que possível!

 

Agradeço a vocês, meus amigos, por me proporcionarem conforto, aprendizado e alegria em todos os pedais.

 

Um grande abraço do prof. Charles.

 



quarta-feira, 6 de outubro de 2010

PEDAL DO DIA 05/10/2010 - LAGOA DA CONCEIÇÃO


RELATO DO PEDAL DO DIA 05/10/2010(terça feira/nível médio)

(Lagoa da Conceição)

 

Bom vou relatando na minha pessoa,como sempre faço e registrando minhas observações(não sei quantos kilometros pedalamos ontem)

 

Primeiro,vi o email e vi o percurso e pensei : Caracas isso não é  para mim!!!!

 

Adi me ligou,e eu argumentei algumas coisas para não ir,e ela me incentivando,eu disse qualquer coisa eu desisto na Loja.

 

Chegando a loja,senti que não deveria ir,Charles foi sincero e me disse sinceramente que não deveria ir,queria ir embora,ehehehe

 

Mas....Cássio,Adi,e mais alguns me estimularam a ir,eu relutando,mas fui...

Saimos da loja em direção ao centro(Eu em meu silêncio pedia forças para subir o morro da Lagoa..eheheh)

 

Na ponte sempre tem aquela subida inicial,que sempre ia pela metade,e ali consegui ir e ir adiante,para mim foi uma grande vitória,pegamos a via expressa sul,e nesse percurso,cássio m orientando a mecher na minha marcha esquerda.(Detestei!!!Ainda não sei mecher nessa;;ehehe)

Esse trecho fomos acredito eu pela velocidade acima de 25 km por hora,mas eu ia mais ou menos junto com a turma da frente....

 

Paramos no posto de gasolina no Rio Tavares,algumas meninas foram ao banheiro,reposição de agua,alguns chocolate,ehehe, e ali mais uma Vez Cássio falou da minha marcha esquerda(até esse trecho tava acompanhando a turma..ehehe)

 

Pegamos a estrada em direção a Lagoa,com a marcha mexida,caracas me arrombei!!!Até eu regular a marcha a turma ia longe,e o istepô  do Cássio tentando me ajudar na marcha,eheheh precisavam ver ele(tava bufando ..ehehe..gente boa o Cássio),pois a turma ia longe,quando consegui já estavamos longe,e fomos em direção ao centrinho da Lagoa como combinado,lá paramos,tomamos água,mais chocolate, e como sempre uma descontração para uma breve relaxada(claro o morro da lagoa nos espera,eu eu internamente gritava: Meu Deus !!!O morro e agora???Ao mesmo tempo me desperava ria sozinha,e o legal da turma todos perguntava: Ai Tania tudo bem? Todos sabiam quem eu era,mas eu sabia nomes de poucos,então vamos em direção ao morro,e eu mexendo na marcha,caracas,lá vai mexer na mão esquerda,deveriam inventar  uma marcha automática né,subir morro ela arruma sozinha,eheheh

 

Bom eu encarei o primeiro,fui até um pedaço,parei,fui no segundo e desisti na curva final,e os cincos depois fui caminhando com o grande mestre Charles(Porque mestre nem sei- todos dizem isso dele,eheheh),fui devagarinho até o topo..

 

Detalhe que esqueci Rodrigo R. estava com acho eu 4 ciclistas parados numa das voltas ,bicicleta de um deles deu problema(pelo jeito pediram socorro por telefone,sei lá,eles pararam ali nesse morro)

 

No topo Cássio olhar de águia viu meu peneu traseiro vazio,bomba para encher(Raquel me salvou

eheh), agora encarar a descida,detalhe que ia esquecendo no topo bebemos água ,bolacha Mirabel da Adi..ehehe

 

Descemos o morro em direção ao Santa Monica(nesse trecho entrou um menino amigo do nosso companheiro ciclista Márcio) ,tranquilo esse percurso,fui calmamente,pegamos a Beira Mar Norte ,Cássio resolveu dar uma empurradinha em mim,e me levou..eia coisa boa,depois houve troca saiu o Cássio e entrou o amigo do Márcio no lugar,eu e ele estavamos na frente do grupo,acho... eu não sei deveriamos estar pedalando acima de 25 km por hora,só pura moleza sendo empurrada,ehehe,denvo ponte ,inicio de coqueiros,minha corrente caiu na troca da marcha,e fomos em direção a  Capoerias,novamente parei ,pneu vazio,enchemos Charles e um outro ciclista me ajudaram a encher novamente,foi ai que constamos que era pneu furado esse tempo todo,o rapaz que não sei o nome escutou a saida do ar...mas enchemos novamente para poder chegar em casa,assim fui ...

 

Bom chegando em fiquei pensando que acho que ou foi na Osnir Ortiga ,ou na Lagoa que o pneu furou,pois na subida do Morro eu achei a bike meia estranha,mas finalmente consegui chegar em casa bem ,tarde ,mas valeu a pena

 

Em casa refletindo lembrei que na ida,pedi forças para subir no morro da Lagoa,Morro?? Ehehe subi com a bike na lateral,mas em compesação fui auxiliada por muitos ciclistas nos percursos que fizemos juntos,como disse eu não sei muitos dos nomes,mas todos pergutavam e ajudavam as meninas,é disso que finalizo a solidariedade expontanea da turma, um ajudando o outro...

att

 

 

Tânia Di Bernardi
(tanicapoeta)

 

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Relato de quarta feira 15-09-2010

 
Bom eu sempre que chego do pedal,tomo algo,um banho e depois sento no pc,e registro o que está fresquinho na mente.
 
Mas essa ultima quarta, mal cheguei dompedal eu tive poucos minutos , para tomar banho,me arrumar,e sair com minha amiga Adilene,fomos dançar..eia fôlego,e cheguei de madrugada, e pc em casa ocupado,perdi lugar..eheh
 
 
Bom em relação ao dia anterior  estavamos em numero menor de ciclistas( 7 ao total- 5 meninos e 2 meninas)
 
Cássio/João/Hebert/Mauricio/??não sei nome
 
Eu e Edna
 
Bom saimos da loja,eraa primeira vez do marido de Edna(Mauricio)
 
Saimos em direção a av.Presidente Kenedy, e depois em direção a  Coqueiros
 
Não usamos a via expressa , e sim a marginal da via, e entramos em Coqueiros, e logo a frente um morro, até que subi,mas logo desisti,me atrapalhei nas marchas,ainda estou me adpatando..
 
enfim eu até fiquei absmada ,mauricio marido de Edna  subiu legal para iniciante, depois seguimos em direção a praia,Cássio que tinha visto meu sofrimento com a marcha ,me orientou mecher quando estiver precisando ,mas no morro e não  antes,pois eu trocava a marcha bem antes de subir..
 
segui os conselhos e o proximo eu fui devagar e consegui legal,passando por debaixo da ponte Colombo sales e Pedro Ivo
 
Paramos num caminho,numa pequena elevação de estrada de chão que dá pra a entrada da Beira mar do Estreito
 
essa subida,foi uma loucura, acho que pior que o sertão ,quase cai,havia dois rapazes na nossa frente,que não era do grupo,e um deles cairam na descida, fomo em direção a avenida, e naquela escuridão pedalamos em alta velocidade, e depois do término da avenida entramos no bairro, e logo depois fomos parar na beira da praia,perto de uma MARINA, e lá tinha um trapiche,paramos e descasamos por uns minutos,e vimos a ilha toda iluminada,ali trocamos idéias ,e aproveitamos tomar agua,e etc
 
Brinquei com o Hebert,pois falei que no dia seguinte eu iria falar no serviço que eu pedalei  o dia anterior a noite com um famoso cantor ,hebert, rimos bastante
 
depois pedalamos e fomos em direção na geral do estreito
 
Logo mais em Barreiros, e entramos  numa rua que dava para casa de Edna e mãe do Cássio, tinhamos duas opções ou pegar uma rua que dá quase no Ceasa, e logo no Shoping, não entramos na esquerda, um morrinho meio inclinado,devagarinho subi,e vio outra rua, e mais morro,e mais outro e uma hiper descida,que daria na geral, do Shoping Itaguaçu
 
E logo estavamos  em campinas
 
 
no final é que consegui mais ou menos subir os morros , e nada de desitir,
Nas estradas gerais de asfalto e hiper movimento pedalavamos em fila indiana,
sempre um na frente comandando e outro atrás
 
 
e senmpre com dicas e orientações
 
a atenção aos poucos vai se aprimorando, e a perda do medo da rua
 
perda do medo de atravessar, mas também semrpe tomando cuidado com os carros
 
Não perguntei quana foi a kilometragem,mas creio que pedalamos mais de 20 km
 
não tenho certeza
 
abraços a todos
 

 

Tânia Di Bernardi
(tanicapoeta)


quarta-feira, 8 de setembro de 2010

RELATO PEDAL (07/09/2010)


Tudo começou assim.................
Pessoal foi chegando por volta das 18.30hs e eram 19.10h tinha gente
chegando ainda.......
Sei que as 19.20h resolvemnos todos sair para o pedal.....postado pelo
Capitão João.


Éramos em 20 vagalumes......ops, o seu Vilmar pai do João ficou em
casa para tomar um cafezinho e o Willian estava como seu pneu furado,
sem câmara reserva e sem bomba.........  verificou....... e resolveu
voltar para casa....
Saímos então em 18 guerreiros alaranjados.

Antes da saída lemos de praxe o e-mail postado pelo Capitão João de
todo o trajeto..... e começou a chuvisco mas todos resolveram em ir.
Todos deciidiram na saída que não teríamos capitao e ninguém fechando
pois o próprio Capitão João não foi.

Tocamos então em direção a Cacupé e Santo Antônio de Lisboa , no final
da Beira Mar de Floripa, CIC o Ricardão estava com machucado na perna
e resolveu ir em direção ao Córrego Grande onde aguardava a turma na
volta.
Já éramos então em 17 participantes..........

Fomos que fomos imprimindo um rítmo nada de terça-feira comum.....
onde a velocidade mínima era de 30km/h.
Entramos pelo João Paulo e depois pegamos a SC401..... ali a frente
foi mudando onde o rítmo chegou a 36...38..km/h.

Em Cacupé a raça subia os morrinhos mas lá em cima como é de costume
todos esperam pelo último onde continuamos nossa pedalada......
Resolvemos então voltar a SC401 e voltar para casa pois o asfalto
estava molhado e um pouco de frio quando parávamos.....

No descidão da SC a galera que ia em fila indiana se espalhou e todos
esperaram no trevo do Floripa Shopping e voltamos novamente pela João
Paulo...........

Muita diversão e bate papo entre os integrantes onde ninguém ficou
para tras......

Na Beira Mar de volta eu, Rinaldo, Pit e Alexandre resolvemos dar uma
esticadinha até o Trapiche onde o Ricardão nos esperava de volta para
não passar a ponte sozinho...... viemos direto cerca de 42km/h e
aguardamos todos se juntarem porque ali era o unico caminho.........

Tocamos pela ponte e fomos nos despedindo da galera que já ia para
casa e ficando pelo caminho......

Cheguei em casa era 22.05 e as 22.15 já estava de banho tomado e aqui
escrevendo esse relato.........hehheheheh

Pedal durou.= 2horas e 26 minutos
Media de 21.2
Quedas= zero que eu saiba

O Pedal foi excelente, só que temos que nos reunir e verificar que
tipo de pedal iremos fazer na Terça-feira.
Alguns reclamaram que foi muito rápido....... que foi um caveira..........
Outros gostaram.................

Gostaria de agradecer a todos do Pedal de hoje e as nossas duas
meninas, Silmara e Edna, grandes guerreiras Alaranjadas...hehhe
Tivemos paradas para água, e todos foram evoluindo numa boa.......

Favor deixem o seu parecer........ pois sei que alguns ficaram chateados.
Como falei não sou muito bom em relatos................

Luciano Gomes

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Pedal de segunda (06/09/2010)

oI Galera
Nem sabia desse dia da segunda,fui pela manhã buscar a bike na loja de João,e alguns acessórios
 
Pela tarde tive que ir no centro,e  na volta,resolvo lilgar para a Adi,onde ela fala nesse Pedal,tenho apenas vinte minutos ,para me arrumar e sair,ehehe
 
Saimos da loja do João,fomos em direção ao centro de Florianópolis,e fomos em direção a Prainha,pegamos o saco dos Limões,e em direção ao armazém  Vieira,
 
detalhe que ia me esquecendo,putz, esse pedal eu sofri um poquinho,pois não estava com minha bike de cestinha..kakaka Estava com a Bike de Adilene,bike mais leve,uma diferença de mais de 90%, totalmente diferente,
 
Rinaldo ,Cássio e a Adi,de vez em quando me orientava em relação a marcha,consegui quase que subir a rampa da ponte ,mas cheguei no topo, e alguns morros  na Prainha subi, só me perdi no morro do Armazém Vieira, deu uma louca na marcha,é que é diferente da minha anterior,vou ter que treinar,outra bike,mas vi uma diferença grande ,parei bem pouco nas subidas,em relação as outras pedaladas,
 
 passamos na Universidade,Beira Mar Norte, eu e ADi pedalavamos juntas acho que sei lá 20 a 25 por hora, e Rinaldo e Cássio atrás conversando,ehehe,
 
estavamos hoje nós quatro,mas foi bem bacana as orientações que recebi,ainda tenho que treinar sozinha as marchas,
 
mas para mim foi uma superação,isso serve de exemplo para as mulheres que estão iniciando e querem pedalar, vale a pena, eu me surpreendi em subir morros,a rampa da passarela daquela avenida que vai para as praias, eu me surpreendi que comsegui finalmente subir esa rampa,eia,tava na hora,
 
mas a respiração dessa vez foi tranquila,Rinaldo o mestre como falam,sempre perguntava ,Cássio também e não posso esquecer da força da Adi me deu também,quando escrevo é mais para incentivo para jamais desanimar,abraços a todos
 
Total da pedalada 38 km segundo o comandante da pedalada Cássio eheheheh

Tânia Di Bernardi
(tanicapoeta)

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Relato Pedal Extra Domingo


Hoje 05/09/2010
Hora da saída 14.21H

Integrantes malucos, Luciano, João, SIlmara, Willian, Raquel  e
Charles em direção ao famoso Desafio Jovem.......
No caminho encontramos o Pablo do MTB-Floripa que estava pedalando
sozinho e se juntou a nós, oba, mais um integrante para essa aventura
de domingo........

Passamos por forquilhinhas e fomos subindo aqueles paralelepípedos
onde as bikes tremiam mais que pipoca na panela, o bom que logo na
primeira subida o pessoal local e a prefeitura resolveram dar uma
ajudinha asfaltando quase até a entrada do Desafio Jovem....

Já na primeira subidinha, no começo nossa amiga Silmara compra um
terreninho onde a roda da frente derrapu e ela foi contudo ao chão,
mas não aconteceu nada........ e só subidas................ de
estradão de chão para quem não conhece.....

Rapaziada altos pedal.............

Lá no topo encontramos 3 jipeiros que estavam fazendo trilhas  e
paramos para conversar e nos mostraram a caixa de gelada e
principalmente uma caixa de som em cima do jipe e ligaram no máximo um
rock pauleira que nos animou mais ainda a pedalar naquelas paisagens
maravilhosas que de noite não vemos nada além de mato. De noite só
vemos mato e de dia um vale magnífico cheio de plantações, verdes e
bastante moradores.

Viemos descendo com aquelas recomendações de pedras e devagar mas não
adiantou, nossa amiga Raquel resolveu passar direto numa curva e com
ciúmes da Silmara comprou um loteamento.....   com a boca cheio de
barro e alguns arranhões.... mas tudo bem continuamos pelo
trajeto...... apenas o João teve que arrumar o seu guidom  que deu uma
pequena entortada....heheheh

Já no asfalto de volta o João avistou uma subida "insubível" de barro
e o que aconteceu ????  resolvemos subir é claro e ninguém conseguiu
zerar essa subida....... mas todos subiram empurrando para ver onde
dava,,,,, dava em lugar nenhum no meio do mato... descemos tudo de
novo e Raquel só falava.... Meu Deus, porque subí.........como faço
para descer ?????  embarcou na magrela e encarou a descida...... show,
sucesso.....

Encontramos um pé de aixa amarela que avançamos e enchemos o bolso e
voltamos para casa.....

Retornamos pela marginal ali no trevo de forquilhinha até chegar de
volta na Ciclovil....... nos despedimos do nosso amigo Pablo-MTB ali
no Mundo Car e chegamos felizes para sempre em nossa casa...... as
17.30h.

Muito massa o pedal e quem não foi perdeu
!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Até a próxima raça........ show de bola
Pedal tranquilo

Luciano Gomes

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Pedal Mixto - Quarta-Feira - 18/08/2010

Percurso: Ciclo Vil Bike - Biguaçu - Ciclo Vil
Distância: + ou - 26km


Bom vou começar a relatar ... hoje foi meu segundo pedal com o grupo, mas só que segredos..rsrsrs .. treinei dias atrás uns morrinhos e na segunda eu e Adi treinamos juntas..rsrsrsr (Hospital Regional/Adi subiu bem).



O Pedal de hoje foi mixto algumas meninas e alguns meninos o tempo ajudou, sem vento frio, saímos as 20:00hs em ponto, sem mais nem menos, da loja do João e falando nele.....não foi por motivo de...vamos dizer doenças...


Seguimos em direção a avenida central do Kobrassol, chegando na avenida viramos a direita e fomos em direção ao túnel do Shoping Itaguaçu. Passaos na estrada paralela ao Shopping/Fórum e seguimos em direção a marginal da BrR 101. Todos seguiam tranquilamente um atrás do outro sempre na direita respeitando o trânsito.


Seguindo adiante logo demos de cara com um leve morrinho (UFA!!!!) deu para seguir. Logo a frente uma descida, a que termina quase perto do posto de gasolina/Repecom?? (alguém me ajuda?rsrsr). Tínhamos dois iniciantes uma menina e um menino e nesse posto paramos alguns minutos. A Silmara (não sei se acertei o nome/Primeira Dama da loja Ciclo/boa essa.rsrsrs) aproveitou para dar uma ajustada na Bike da nossa companheira ciclista iniciante e resolveu trocar a bike, cedeu sua bike para a menina (nome não sei). Continuamos e logo depois e viramos em direção a famosa rua Velha, segundo nosso companheiro Cássio o Miguel Livramento (comentarista do Jornal do Almoço) sempre comenta essa rua....rsrsrs. Foi um percurso tranqüilo com algumas subidas leves (sofri quieta..rsrsrs), ufa veio uma descida e logo mais uma (socorro!!Consegui...) a rua terminou no encontro com a marginal, continuamos sempre em fila indiana. Ia esquecendo um detalhe, hoje quem puxava o grupo era o nosso companheiro Eliandro (me corrija o nome ok?), com apoio do Ricardo no meio e Rinaldo no fechamento. Ainda tivemos várias subidas e descidas leves (consegui ..mas foi um sufoco/acho que o treino com a adi me ajudou a subir..srsrrs) e assim quando menos percebemos chegamos à Biguaçu, entramos na cidade e fomos em direção a praça.


Alguém comentou da Aline que ela iria nos esperar com salgadinhos e coca-cola. Alguém viu a Aline???????(acho que só miragem/rsrsrs). Ali fizemos uma parada mais longa. Eu antes de sair de casa detonei uma melancia...rsrsrs precisava de um banheiro.... fui na farmácia bem na nossa frente...disseram que era proibido.. Falei com a Adriana e ela me indicou uma lanchonete corri, não deu, vi um ponto de táxi..não deu..não tinham a chave.. rodei a praça e, quase perto de onde paramos, avistei um museu aberto..e lá que fui..Ufa!!!! deixaram eu usar o banheiro (eu só queria fazer o númemo 1..nada mais). Retornei ao grupo, e logo partimos, seguindo em direção a marginal novamente. Passamos por baixo do túnel e prosseguimos em fila indiana, fizemos uma parada mais na frente num posto, pausa breve (nem foi um minuto), depois das subidas e descidas logo chegamos em Barreiros. Como estávamos em grupo seguíamos sem problemas, os carros até paravam para podermos passar. Nas redondezas do Ceasa, ficou nosso companheiro Cássio e mais uma menina. Seguimos, passamos pelo túnel dos pedestres perto do Floresta e fomos em direção ao Shopping Itaguaçu, entramos no Shopping, demos a volta até a saída perto do Pegorini. Na descida minha garrafa de gatorade voou, como estava em alta velocidade não achei propicio parar, fui de encontro ao grupo. Entramos no kobrassol, em direção a loja do João. Fim da Linha.


O Ricardo comentou que no Shoping sua sinaleira traseira caiu e ele parou para pegar, eu falei da minha garrafa (consciência pesada de Bandeirante me pegou, mas tudo bem). Na loja a Simara faz novamente as trocas das bikes.


Enfim o pedal de hoje foi tranquilo, em relação ao da semana anterior, menos paradas e, segundo o aparelhinho do Ricardo, pedalamos 26 km..


Boa noite galera até a próxima pedalada


Tânia Di Bernardi


 

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Pedal de Terça 17/08/2010 (Morro sda Rússia)

Data: terça-feira 17/07

Percurso: Ciclo Vil Bike - Kobrasol - Beira Mar São José - Morro do Hospital - Trevo Forquilhinhas - Forquilhinhas – Forquilhas - Morro da Rússia pequeno - Saída no trevo da Petrobras de António Carlos - Biguaçu – Shopping Itaguaçu – Ciclo Vil
Distância: + ou - 50km

 Independente da terça-feira ser fria ou não é dia de pedal. A galera do Pedal Continente saiu em grupo, 2X ciclistas, para um pedal, a meu ver, um tanto quanto fortinho. Muitos não conheciam o trajeto e estavam de certa forma preocupados com o que precisariam encarar.

A parte inicial do percurso foi tranqüila, serviu de aquecimento, mas, no primeiro morrinho, do Hospital Regional, muitos já começam a engatar a primeira.

Não sei exatamente onde, acho que nas redondezas de Forquilhinhas, agregamos ao grupo um “amigo” do João, que estava, digamos, um pouquinho “caneado”. No inicio do morro da Rússia tivemos que convencê-lo de desistir do pedal e seguir o seu caminho, até porque o cara estava sem capacete e sem iluminação.

Iniciando a “subidinha” pude ver o que nos esperava: maior friaca, muita escuridão, estrada de chão extremamente escorregadia. Não precisamos esperar muito para presenciar o primeiro tombo, da colega Aline, ou seja EU (nossa que embaço, está doendo até agora). Continuaram todos firmes na subida que é pesadinha, mas não muito longa. O grupo se reuniu lá em cima e iniciou-se a descida, e que descida, MEU DEUS. EU me amarro numa descida ... mas algo tipo morro da Lagoa, aquilo ali é insano, Eu, com meu pneu semi-slick, escorreguei toda a descida, meu freio a disco deve ter fervido.

No trevo da Petrobras, fizemos uma parada um pouco maior, mas o frio e o horário anunciavam que precisamos continuar.

A partir dali o ritmo diminuiu um pouco, fizemos uma fila indiana, de forma a garantir a segurança de todo o grupo.

Chegando em Biguaçu, os empolgadinhos da frente ainda escolheram um caminho um tanto quanto alternativo, acho que queriam aumentar um pouco mais a quilometragem. Eu que estava com uma P* dor no joelho, só pensava em ir pra casa, que por sinal é ali mesmo, em Biguaçu ... mas, pra abandonar o grupo assim, no meio do pedal, só se o negócio estivesse realmente insustentável.

Rolou mais uma parada longa no trevo de Barreiros, para esperar os da língua pra fora, e seguimos em direção ao Shopping Itaguaçu, onde aconteceu o último incidente da noite, furou o pneu do nosso amigo Castilho, vulgo Sr. Poliça.

Já eram 23:30, mas mesmo assim, o grupo permaneceu ali jogando conversa fora, enquanto alguns trabalhavam na troca do pneu. Coisas da galera do Pedal Continente.

Neste meio tempo fui até a Ciclovil, peguei meu carro e voltei para ver a finalização da troca.

Nos despedimos e o pessoal seguiu, naquele clima sempre animado, até a Ciclovil ...



AlineEletrica

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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

OOOOOOO PEDAL!!!!!

A idéia inicial era sair da Ciclovil, ir a Biguaçu, entrar sentido Tres Riachos, e pegar a estrada pra Sorocaba, saindo lááááááá em Tijucas, com muito estradao, morros, visuais show de bola, e voltar pela BR 101. Seria um pedal de 90 km tranquilamente, acredito ate que mais.


Desde as 8 da manha, eu ficava me perguntando se o nível etílico baixaria até o inicio do pedal, pra eu não quebrar tanto. NÃO FUNCIONOU.

As 14 horas, estávamos na frente da loja eu, Rinaldo, Elyandro, Polettoe Piva, prontos pra pedalar, e o Marquinhos, pra dar apoio moral na largada.

Na hora decidimos, NÃO SEI PÒRQUE, mudar o trajeto, e fazer um que já havia sido sugerido no grupo, que saia da Ciclovil, BR 101, BR 282, Santo Amaro, Varginha, São Pedro de Alcantara, Antonio Carlos, Biguaçu, BR 101, e Floripa. MALDITA HORA.

Pegamos a BR 101, e na marginal, um motorista pra lá de ignorante buzinava sem parar, querendo passar a todo custo, num trecho que era estreito, com entrada pra marginal da 101, com tachoes. IGNORANTE. E jogava o carro pra cima do pessoal. Um Clio prata, de Palhoça, que o Rinaldo marcou os números da placa.

O ritmo ia de boa, 30, 32, 35, vento a favor, tranqüilo, e pegamos a 282, e não baixava de 32, até o posto bruegmann, onde paramos pra tomar uma água. De la, entramos pra Varginha, pedaço de asfalto, e logo a frente, obras, onde antes era estradão, agora, era barro, brita, preparando a estrada pra asfaltar. Uma pena pra nós, uma bênção pros moradores da região.

Ao chegarmos no topo do ultimo morro daquela estrada (depois seria São Pedro, já com asfalto, decidimos novamente (fala sério, TEM NECESSIDADE DISTO?) alterar o trajeto, e subir o que acreditamos ser o Morro Redondo, saindo lá no Pagará, e entrando no Pagani. Ali eu já estava completamente quebrado, cheguei a empurrar a bike num pedacinho do morro redondo.

Descidoes animados, o GPS do TOLENTO não se achava, e estávamos la em cima do morro redondo, sem ter a certeza se devíamos pegar a esquerda ou direita. Jogamos a toca do Poletto pra cima, e o lado pra onde apontou a etiqueta, nos fomos (ainda bem que deu certo). Rinaldo e Piva disputavam pau a pau os espaços nas curvas, aquela carbono ta dando efeito, o menino ta ate descendo, CAVALO. Já chegando ao Pagará, Poletto e Elyandro disputavam quem levava o trofeu CATEYE de lanterninha, e Tolento quase faz um procedimento idêntico ao do Karam, seria o Shrek II. Ia ficar ainda mais bonito, fala serio.

Ao descermos o pagara, paramos pra um lanchinho rápido, e esfriamos. Colocamos os casacos, e saímos. Ali a panturrilha já berrou. Pronto, tava feita a m... Poletto berrou também la de trás (pééééééééééra que ta dando cãibra), daí baixamos o ritmo, so girando, ate a BR 101.

Atravessar a central do Kobrasol no limite foi f...

Mas foi animal, um pedalzao, coisa pra tirar a zica da semana toda parados, com frio, com chuva, com gripe.

FOI OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO PEDAL

Foram 65 km, 3:21 de pedal, 4:15 tempo total. FOI SHOW DE BOLA, e a companhia dos amigos, não tem preço.

Agora já foram alguns BCAA pra dentro, pra diminuir o efeito amanha, to moído, com as pernas quebradas, sem animo algum, mas valeu cada metro pedalado, cada metro subido.

Pontos fortes do pedal:

O trajeto – muita paisagem bonita, muito lugar show de bola, altos visuais.

A companhia – nenhuma reclamação, nenhum velho ranzinza (tinha, mas nenhum dos 5 se manifestou)

A camaradagem e alegria

O ritmo – poucas paradas, evitando esfriar, pq apesar do Sol, qqer sombrinha baixava a temperatura imediatamente.

E o manguito novo do Chero, CAVEIRAAAAA – não poderia ser outro pedal pra inaugurar, tinha que ser um pedal fodido como foi este.

É isto galera, semana que vem tem mais pedalzao de sábado.

E UM OTIMO DIA DOS PAIS aos que o são, muita alegria e felicidade.
Atenciosamaente,

Sandro H Frassetto Campos

quarta-feira, 14 de julho de 2010

O ouro da Cobrinha



A noite estava perfeita para assistir a um filminho debaixo do edredom. Por isso, apenas dez piguins imperfeitos pegaram suas bicicletas e foram serpentear pela estrada magnífica da Cobrinha de Ouro. Confesso que não senti frio, pois estava devidamente empacotado: camiseta, blusa, jaqueta e calça de agasalho com forro de flanela.

Na saída, tomei a dianteira (porque se eu não tomo na saída neguinho vai dizer que eu só ando na roda) e fui acompanhando o João por toda a marginal da BR 101. Ricardo e João pegaram o vácuo de uma jamanta e andaram acima de 40 km/h por um bom trecho. Quando entramos no trevo que leva a Santo Amaro, estávamos todos juntos: Mestre Rinaldo com seus pneus novos, eu com meus velhos pneus, Ricardo com seu entusiasmo, João com sua velocidade, Elyandro com seu joelho estourado, Castilho com sua luminosidade, Aline com sua excelente performance, Alexandre com sua Kveirice, Cássio com sua passada ritmada e Luciano com sua enxaqueca.

A primeira parada só ocorreu diante daquela “ponte sobre o rio que cai”, onde um pescador solitário matava uns pequenos peixes com lances de tarrafa. Aline bem que tentou registrar o momento, mas deu pau no equipamento e mesmo sem flashes atravessamos a ponte de assoalho de madeira, abaixando com cuidado nossas galhadas para não destruirmos as duas cabeceiras da ponte.

Mestre Rinaldo testava o pneu Continental comprado na loja do João e ganhava velocidade naquele sertão ladeado de plantação e coroado com estrelas. Eu bem que tentei acompanhá-lo, mas na estrada de terra quem tem pneu, anda, quem não tem, quebra! Quebrei duas vezes tentando acompanhar o “velhinho voador!” Ei, João, existe pneu Continental pra incrementar a “Cruel”? Eu quero uma dúzia!!!

No meio da escuridão fomos surpreendidos por uma espetacular estrela cadente, que deve ter caído em cima da cabeça do Luciano, pois ele deixou de reclamar da cabeça e agora reclamava de câimbras. Eu fiz o meu pedido para aquela luz verde que caía. Das outras vezes meus pedidos não foram atendidos porque eram estrelas azuis, vira-latas do céu. Mas essa era diferente: ponta avermelhada, cauda verde e rastro esbranquiçado. Essa é a estrela que faltava em minha vida! A que brilha mais que a braçadeira do Castilho! E que é mais verde que o olho do Rinaldo! Que cai mais que o Alexandre e é mais veloz que o João! Essa estrela é mais elétrica que a Aline, mais viva que o Luciano e mais forte que o Cássio e o Ricardo juntos! Essa estrela é mais flexível que o joelho do Elyandro, que dobra em “ai!” e desdobra em “ui, ui!” Ninguém sabe, mas essa estrela é o ouro da cobrinha! Logo, pedalar por ali é ficar rico!!

Voltamos direto pela 282. Cássio ia puxando eu e a Aline. De repente, o Kveira Alexandre nos ultrapassou e imprimiu um ritmo bastante forte, fazendo com que eu quebrasse mais uma vez. Reagrupamos no elevado da BR 101. Cássio novamente puxava eu e a Aline. Mas o Elyandro, que durante todo o pedal tomava conta para não danificar ainda mais o imprestável joelho, resolveu andar forte. Cansados, não conseguimos acompanhá-lo e só voltamos a nos falar nas proximidades do trevo de Forquilhinhas, quando o último agrupamento se deu.

Entramos na Ciclovia de São José às dez e trinta e oito, o que significa um bom ritmo, pois é comum chegar ali depois das onze! Kveiras de melancia, ou cabeças de repolho?! Não importa, a sopa da madrugada descansou alegre depois do banho quente.

Prof. Charles.

domingo, 11 de julho de 2010

Pedal ao Morro da Queimada


Salve cambada.

Sábado a tarde rolou um pedal bem massa, quando eu, Nivaldo e Wilian Belmont fomos até o Morro da Queimada em Santo Amaro da Imperatriz.

Saímos as 14:05h da frente da CICLOVIL e adentramos a BR 101 num ritmo bem tranquilo, guardando energias pra enfrentar o dito morro.

O Nivaldo, após algumas semanas sem pedalar ia no nosso vácuo no plano da marginal da BR 101. Ao pé do morro cada um imprimiu o seu ritmo. Subi legal até a parte de concreto da estrada, onde inevitavelmente dancei o "empurration", nova onda do Morro da Queimada. Logo cheguei no topo e contemplei solitariamente aquele espetáculo da natureza. Depois de simular uma cachoeira ao torcer minha camiseta que estava debaixo da jaqueta começou a bater o frio e resolvi descer. Nesse instante surge o Wilian com um sorrizão estampado e surpreso pela subida interminável e pelo seu bom rendimento frente a esse desafio, pois pedalou a maior parte do morro, dançando o empurration no mesmo lugar que eu.

Logo depois desponta Nivaldo, feliz da vida, pois mesmo sem estar condicionado fisicamente (ao menos como gostaria), quase zerou a morreba.

Curtimos mais um pouco lá em cima com as nuvens passando ao nosso redor, vezes bloqueando nossa vista , vezes abrindo um pouquinho pra gente poder observar com certa dificuldade o Cambirela, a Ilha, a cidade de Santo Amaro, etc.

Depois de observar atenciosamente as gotículas de água das núvens e tentar imaginar o nível de agregação molecular das mesmas até a formação das chuvas, despencamos morro abaixo.

Pra descer foi um abraço, em uma mescla de contemplação e emoção, o freio não deu total conta de uma curva fechada e acabei comendo alguns capinzinhos que pensei estarem crescendo demais.

O ponto de destaque foi a parceria, o estímulo mútuo e a troca de informação. É sempre um prazer compartilhar da experiÊncia de quem pedala há anos e muito conhecimento na área tem pra compartilhar, valeu Nivaldo.

Após descer o morro a parada obrigatória na padaria foi o auge do pedal. Devoramos uma coca bem gelada e um pudinzinho de coco que tava da hora.

Voltamos bem de boa novamente pela marginal da 101.

Pedal bem bacana pra gente repetir assim que possível.

Valeu Wilian e Nivaldo e até o próximo pedalzão!!!!

Baita abraço!!!

Leandro Karam

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Errar é divino!


Quando Raquel acerta a mão em sua famosa torta de banana, o mundo erra suas frutas. E não há receita para erros, sustos e contratempos. Errar é divino! Ontem tinha tudo para não ser e foi muito. Pra começar, errei a hora. Saí do apartamento da Raquel apressado julgando ser sete e meia, quando eram apenas seis e meia de uma noite estranha. Logo que termina a descida do Abraão fui fechado por um carro preto importado. O cara estava na fila e não me viu despencar a 50 km/h, por isso invadiu a pista na contramão. Raquel, que vinha atrás de mim, fez o que pode, ou seja, gritou: “Ai meu Deus!” No pequeno espaço que havia entre mim e o veículo assassino, a Cruel esnobou em perícia e habilidade. Equilibrando-se apenas na roda da frente, a danada deslizou comigo na vertical por uns cinco metros, um número circense que fez a Raquel acudir com “Ai, meu Deus! Ai, meu Deus! Jesus amado! Credo, Charles, credo!” Ainda com o cu na mão estacionei a Cruel e discuti com o motorista:
- Tá querendo me matar?!

- Eu não te vi!

- Mas eu tô de camisa laranja e com o farol ligado!

- E eu tava dando seta.

- Então basta dar seta e entrar na contramão?

- Eu não te vi!

- Então compra um óculos!

- Ah, vai, vai...

- Engraçado, se fosse um caminhão com os faróis apagados, terias visto. Como é uma bicicleta com o farol ligado, não viste nada!

- Ah, vai, vai...


E fui mesmo. Só quando cheguei na Ciclo Vil, vi o que Raquel já tinha visto: eram apenas sete horas! Enquanto eu e Raquel matávamos o tempo, que estava bem vivo ontem à noite, Castilho Power Ranger dava mais atenção à braçadeira luminosa que à carteira. Quando ele chegou à loja foi informado por telefone que dois policiais haviam encontrado sua carteira e estavam indo ao seu encontro. Alegria e alívio brilharam mais que as luzinhas castilhenses.

Aline teve um pneu furado assim que chegou à loja. Na saída, foi a vez do pneu do Luciano furar. Quando deixamos Forquilhinhas para trás e nos preparávamos para os morros do Desafio Jovem, Castilho envelheceu dois pneus e Aline mais um. Tentamos recomeçar outra vez o pedal, mas uma Trek furou o pneu. O jeito foi fazer o Desafio Velho mesmo, descendo e subindo a Avenida das Torres, cortando pelo Roçado e voltando para a Ciclo Vil, nosso ponto de partida. Como sobrava gás em todo mundo, desfilamos pelo estacionamento do Shopping Itaguaçu.

Depois veio a fome, e ali no Rei Dog, onde o Au Au não morde seu estômago, descobrimos um garçom meio pato. Primeiro, o rapaz disse que eu deveria me sentar para que ele pudesse fazer o pedido, o que significa que ele sofre da “Síndrome da Surdez em Pé”. Mas quando todos se sentaram, o rapaz demonstrou ter outras síndromes: “Síndrome da Confusão”; “Síndrome da Burrice”; “Síndrome da Impaciência”; “Síndrome do Mau-humor”; “Síndrome do Pânico a Ciclistas Famintos”, etc. Castilho Power Ranger pediu uma cerveja sem álcool e o rapaz fez uma cara de nunca ter ouvido falar em bebida de super-herói. Porém, o grande momento do lanche foi quando a Raquel fez uma pergunta filosófica:

- Qual é o tamanho do pão?

- ?!

- Qual a diferença entre o Dogão e o Dog?

- O Dogão é grande e o Dog é pequeno.

E porque tudo é tudo e nada é nada, ontem as calorias foram mais consumidas que consumadas. O jeito é atrapalhar o pedal dos Kveiras na quinta, convocando os Kostelas e suas câmeras esburacadas. Errar é cretino!

Prof. Charles.

terça-feira, 6 de julho de 2010

De volta à Baía dos Golfinhos


No último sábado, dia 3, saímos para mais um passeio à Baía dos Golfinhos. O convite foi feito pelo Elyandro, ciclista experiente que pedala cerca de mil quilômetros por mês. Às oito e quinze da manhã eu, Poletto, Sandro e Elyandro nos encontramos com Rodrigo, Wilian e Tereza na Ciclo Vil. Em Barreiros o amigo Alexandre se juntou a nós e em Biguaçu completamos o grupo com Joaquim.


Até a entrada para a Armação da Piedade, quando deixamos a perigosa BR 101 e passamos a curtir o silêncio dos verdes e dos azuis daquelas plagas, fomos em dois blocos. À frente, imprimindo um ritmo forte, pedalavam Sandro, Elyandro, Poletto, Alexandre e Rodrigo. Nas retas e nas descidas eu encostava nesse grupo, mas na subida o Sandro me sacaneava com sprints de 500 metros. A galera mais forte o acompanhava, mas eu e a Cruel somamos juntos 96 kg e isso é uma injustiça! Optei por pedalar ao lado de Wilian, Joaquim e Tereza.


O trecho que leva à Baía dos Golfinhos é magnífico: asfalto perfeito, poucos carros, pastagens, casas bucólicas e, é claro, mar azul.


E para quem tem a bexiga pequena tem até vaso sanitário no mato!


Quando se conhece o caminho, tudo parece mais fácil. Encarei os morros sem maiores dificuldades.


A minha única preocupação era chegar primeiro na padaria e comer um risólis de camarão antes do Sandro. Mas, resolvi tirar umas fotos e o cara disparou na minha frente. Quando cheguei à fábrica de sonhos encontrei Sandro diante de três risólis e de uma garrafa de dois litros de Coca-Cola. Restou-me, então, o plano B: uma coxinha de galinha e um empanado.


Após o lanche fomos até o Restaurante do Fedo apreciar a praia da Fazenda da Armação, local paradisíaco.


Ali, Rodrigo arrumou sua bike para uma foto artística sem se importar com o tom zombeteiro da galera que não tem o olhar fotográfico. A nossa volta foi pela serra. Eu estava de ressaca e preocupado em passar mal nesse trecho. Por isso, toquei na frente, pois se eu enfartasse meus amigos dariam um jeito de me socorrer (eu acho...). Para a minha surpresa, subi num excelente ritmo até o topo, abrindo mais de cinco minutos do segundo a chegar. É que eles haviam parado para bater foto enquanto eu me acabava para vencer a montanha.


Fui enfático ao falar da tal curva fechada à esquerda de quem desce. Por isso, até essa curva, todos desceram com muito cuidado. Depois foi só alegria. Enquanto a Alemanha goleava a Argentina, despencávamos das alturas na casa dos 80 km/h!!! Apenas o Joaquim não liberou os freios nem nas descidas nem nas subidas. O lema dele é “devagar e sempre”. Por isso, foi o último a descer.


Pegamos o vento a favor na BR 101. Sandro estava pronto para dar seu bote e sumir naquela imensidão de asfalto, mas eu falei no ouvido da Cruel: “siga aquele homem”. Ele começou devagar... a Cruel na roda. Porém, a cada clic da marcha que descia, a velocidade aumentava... a Cruel na roda. Quando Elyandro encostou, eu tinha certeza de que não iria suportar tanta velocidade, mas... a Cruel na roda! Os dois chegaram a abrir uns 200m, mas eu busquei na descida, momento em que eles descansavam. Fui embutido nos dois até o caldo de cana perto da Polícia Rodoviária. Nesse trecho, houve um momento em que o Wilian nos ultrapassou e abriu, mas minutos depois o ultrapassamos e ele ficou.


Quando Tereza e Joaquim chegaram nós já havíamos comido dois sacos de amendoim e a primeira rodada de caldo de cana estava saindo. A Alemanha marcava o quarto gol e o Maradona ficava sem mais nem Messi. O cansaço havia feito um grande estrago na aba inferior do meu pulmão esquerdo. Então, voltei tranquilamente tricotando com Tereza, pormenorizando os poréns da amizade.


Esses pouco mais de 80 km farei sempre que puder, pois é a união perfeita entre a resistência e a superação, entre a disposição e a sublimação, entre o azul do agora e o verde do futuro.


Enquanto turistas se juntam aos golfinhos, ciclistas se espalham por esse caminho sinuoso e a vida segue seu curso, desenhando cenários cada vez mais deslumbrantes.

Prof. Charles.

Fotos de Wilian Belmonte

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Sonho real


Todas as quintas os Kveiras treinam. O que significa ser um Kveira? Significa andar forte, visando à evolução do condicionamento e ao aprimoramento da técnica. Significa também um esforço de aumentar a quilometragem e diminuir o tempo, preparando-se assim para futuras provas de mountain bike.

Não se vira Kveira da noite para o dia. É preciso muito treino, disciplina e dedicação. Até se transformar num Kveira é preciso passar pela categoria dos Kostelas. Apaixonados pela arte de pedalar, os Kostelas vão girando os pedais em busca de um ritmo capaz de lhes suprir as necessidades vitais. Encontrado o ritmo adequado, gradualmente vão ganhando experiência, resistência e aumentando a velocidade. Um dia amanhecem Kveiras.

Os Estribos são os aspirantes a Kostelas. Eles, naturalmente, fecham o grupo. Esses ossinhos pequeninos que pedalam pelos labirintos do ouvido vão ouvindo uma coisinha aqui, outra ali e vão se aventurando pela floresta dos erros até que um dia acertam e viram Kostelas.


Kveiras, Kostelas e Estribos formam a família do Pedal Continente. Todos são importantes e muito bem-vindos. Todos são os ossos do ofício da vida. E se para muitos a vida é um osso duro de roer, para nós viver é articular o prazer com a qualidade de vida. Talvez, por dentro do crânio, não saibamos a dimensão exata do esqueleto que formamos juntos. Entretanto, por fora do fêmur sentimos a solidez de um grupo que cresce em número, em confiança e em importância. E cresce rápido!

Nada justifica melhor a vida do que o prazer e a alegria. E isso é confirmado a cada passeio. Enquanto as pessoas normais matam um leão por dia para sobreviver às dificuldades que se lhes impõe o mundo, nós, os “fora da casinha”, fazemos o contrário: salvamos muitos leões por dia! Amantes da natureza e inimigos do estresse, trazemos o equilíbrio do ciclista para dentro de nossas vidas. O resultado é que nos tornamos diferentes e marcamos “consultas” com mecânicos, empobrecendo psicólogos e analistas.


A harmonia, muito mais que os músculos, é a responsável por animar nosso esqueleto. E se nosso raio X é harmônico, nosso código genético traz as figuras lendárias de João e Rinaldo pedalando pelas trilhas dos gametas e gritando: “Cromossomos felizes!!!”. Não precisa ser poeta ou cientista para confirmar o que digo. Basta subir na bicicleta e flutuar no tempo. Esse momento é o que supomos ser “o sonho real”. Mas não feche os olhos: “Buraaaaaacoooooo!!!!” “Caaaaarrrrroooooooo!!!!” Olha o ônibusssssssss!!!!!”

Prof. Charles.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

De novo novamente


Além de experimentar a liberdade in natura, a alegria em estado bruto e a euforia para além dos músculos, todo ciclista desce as trilhas do tempo até chegar à floresta encantada da infância. Por isso, canta e dança em cima de sua bicicleta, fala bobagens desconexas, age por impulso e acha graça de tudo.

Ontem, quando Campinas ficou para trás, pedalávamos num grupo com cerca de 20 ciclistas. O ritmo médio tem a vantagem de alongar os quilômetros, diminuindo o tempo do passeio. Quem pedala na casa dos 28 km/h tem fôlego para conversar e rir bastante. Quem não consegue vai quietinho, controlando o batimento cardíaco, protegendo-se no vácuo da roda alheia.

Mergulhamos em direção a Coqueiros, passamos pelo Parque glamoroso desse bairro e alcançamos a ponte. Eu, o João e a Simara entramos juntos na ciclovia da Beiramar, a pista mais técnica do mundo. Nas proximidades do trapiche demos uma pequena parada para reagrupar. Então, pedalamos até a passarela do CIC, momento em que a lua começou a nos espiar por detrás dos montes. Tocamos direto pelo Córrego Grande até o pé do Morro da Lagoa para uma subida didática. O que o morro ensina? Ele reafirma a teoria de Darwin: mais fortes na ponta, lerdinhos no meio, mortinhos atrás.

A maldade que os mais fortes fazem com os mais fracos é formular perguntas que exigem respostas longas na subida dos morros: “Como você avalia o desempenho da seleção brasileira nas três últimas Copas?”; “Você consegue me dizer o nome das 43 praias de Floripa?”; “Afinal, o homem teve mesmo na lua?” A resposta vem num silêncio asmático, numa bronquite alérgica, num pianço profundo. Com os olhos esbugalhados pelo estertor, o moribundo deseja furar a jabulani, secar os mares e explodir o ônibus espacial! E deseja também que o interlocutor engula tantas vuvuzelas quanto for possível.


Chegamos ao mirante do Morro da Lagoa uivando, não pela lua, mas pelo esforço. Com morro e fome ninguém acostuma! Batemos algumas fotos e despencamos até o centrinho da Lagoa. Quem nunca despencou desse morro não sabe o que é o vento zumbindo na orelha, o pneu chiando alto, a adrenalina bombeando nas curvas fechadas, a velocidade aumentando, os olhos lacrimejando, Uhu!!! Uhuuuuu!!! “Legal bagarai!!!”, diria meu amigo Gean.

No centrinho da Lagoa nos hidratamos. Pediram Coca-Cola, entendi água. Pediram caviar, entenderam frango a passarinho e lá veio um cara com uma bandeja a nos oferecer iguarias bem na hora que estávamos vindo embora. Dizem que o Cássio chegou em casa, pegou o carro e voltou para receber a oferenda sozinho, mas acho que é invenção da galera.

Eu sempre achei mais fácil subir o Morro da Lagoa na volta do que na ida. Então subi numa boa. Mas eu ainda fico perplexo quando falta apenas uma curva para o topo e vejo o João, o Gustavo e o Rockfeller descerem novamente para resgatar os mortinhos. Os caras trabalham no Portal Turístico e no IML ao mesmo tempo!!!

Na descida de volta, um colega que esqueci o nome junto com João e Cássio aterrorizaram no morro! Os caveiras ultrapassaram um carro!! E o pior é que foram dois pela esquerda e um pela direita! Eu fui atrás do gol branco, no vácuo, torcendo para aquele meia roda não pisar no freio e estraçalhar meus dentes. E o João ainda foi tocando o terror num cara que despencou o morro de speed. O cara olhava pra trás e não entendia o que uma mountain bike estava fazendo colada em sua roda a quase 80 km/h!!! É que o Joãozinho é caveira, mané!!! E da próxima vez ele vai te atropelar!!!

Depois da descida, voltamos num ritmo bem confortável, com o filho da Cláudia chateado por ter perdido seus óculos no Mirante da Lagoa. Pô, era só pedir ao Cássio que ele subia lá e pegava o objeto. O cara é o rei da montanha! Reza a lenda que quando o Cássio era pequeno, a praia da Joaquina era a mais movimentada de Floripa. Então, quando ele tinha apenas três aninhos, seus pais tiravam sua Monark com aquelas duas rodinhas para equilibrar e ele zerava o percurso! E ia até a Joaquina com seu kichute, chupando pirulito e comendo paçoca.

É de novo novamente! Cássio zera o morro, João brinca com Lili, a ratazana mais limpinha da Beiramar, Petry sprinta nas retas, mestre Rinaldo agarra a lua (jabulani cósmica), Castilho prende a respiração e solta o sorriso, Rodrigo e Cláudia brincam com seus filhos, e “o mundo vai girando cada vez mais veloz, a gente espera do mundo e o mundo espera de nós um pouco mais de paciência”...

Prof. Charles.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Pedal de Águas Mornas


Olá, pessoal.

O Gaúcho (sem internet) me pediu para escrever algumas linhas do que aconteceu no pedal de Águas Mornas no último sábado. Então vamos lá:


Éramos 3 (Eu (Rockfeller), João e Gaúcho). Saímos da Ciclo Vil por volta das 15:15 de carro (o que mais parecia uma árvore de natal, com 3 bikes penduradas) em direção à Aguas Mornas. Chegamos no centrinho da cidade uns 20 minutos depois, logo tiramos as bikes do carro e seguimos em direção ao tão comentado percurso da prova que o Gaúcho havia dominado semanas atrás.


No início foi sossegado, fomos conversando, trocando idéias sobre bikes e tals (claro). Paramos para nos deliciar com algumas vergamotas no caminho e bater algumas fotos - estava tudo muito agradável até então. Alguns kilometros depois, podemos perceber que aquele trajeto não seria nada fácil, pelo menos pra mim (rsrsrs). Foram várias, várias mesmo, as vezes em que pensei: caramba! essa subida não termina? Logo depois eu podia perceber que a subida terminara, e outra já estava começando logo a seguir.


E seguimos assim, subindo, subindo, subindo, subindo, subindo, descendo, subindo mais e mais, subindo mais um pouco e depois descendo.


O esforço que se faz nesse percurso é muito compensador - as poucas descidas são alucinantes. Após algumas tantas subidas e algumas poucas descidas, eis que surge a escuridão, um breu total!


Mal podíamos ver as marcas do percurso. Conclusão: Nos perdemos, claro. Subimos, subimos, subimos, para então, dar de cara com um portão no topo do morro. Fazer o que? Voltar! Logo adiante pedimos por informações à um morador dalí, retornando assim para o trajeto correto. Essa bobeira nossa acrescentou 6 KM no total do percurso. Bacana, sem problemas. O João, com toda sua técnica e o Gaúcho com toda sua força, estavam bem e diziam: alguns KM a mais - dá nada! E eu, morto, já não conseguia falar muito. Seguimos com mais um morro (gigante), para depois descer uns 10 KM, e finalmente chegar à Águas Mornas e tomar aquela gelada no bar do vereador da cidade.


Saldo do passeio:

57 KM de muita adrenalina;

Amizades reforçadas;

Algumas vergamotas de graça,mas não tão doces (rsrs);

2 tombos (joelho ainda dói pra caramba);



3 bikes imundas, cobertas de lama;



2 bikers (João e Gaúcho) cansados e 1 (eu, claro) semi morto;

Sorrisão estampado na cara.

Vale ressaltar:

O companheirismo demonstrado pelo João e o Gaúcho. Foi incrível descobrir que aos meus 4.0 podia fazer amigos tão bacanas. Estou orgunhoso de mim mesmo por ter completado todo o percurso e por ter tido ao meu lado pessoas tão especiais. João, obrigado pelas dicas e pela força nas subidas ( o cara percebeu que eu estava morto e chegou a levar a minha bike por alguns metros ) valeu mesmo! Gaúcho, obrigado pelo incentivo constante e por aquele empurrão no fim do morro, tú é f..., cara! O conceito que tenho deste grupo não podia ser mais altivo e nobre.


Vale aqui um senso do que convém: Pessoal, vamos, cada vez mais, cuidar do nosso grupo, zelar pelas amizades nele conquistadas e dar todo o apoio e força para aqueles que se esforçam em nos presentear com esses passeios que não têm preço: João (e sua loja Ciclo Vil) e Rinaldo.

Um abraço a todos.

Rodrigo Rockfeller

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Pedal para o Campeche


Ontem, antes do pedal, a Ciclo Vil estava bombando! Parecia uma loja nos tempos áureos do Paraguai, onde se podia comprar de tudo. Eu queria pagar o ingresso da festa junina, a Simone queria ver umas luvas, a Raquel via os preços das passagens, a Tereza não foi, o Rinaldo estava sem o siso, o pequeno Gabriel brincava de caminhãozinho, a Cláudia buzinava sua “joaninha”, o Ricardo vestiu um pijama preto e eu pedi uma calcinha rosa para a Sirlene, mas estava em falta.

O movimento era tanto que houve certa dificuldade para sairmos da loja com nossas bicicletas. Rodrigo, Claudinha e Castilho exibiam suas máquinas novas. Aline estava feliz com a revisão que fez em sua bike. Eu havia limpado a “Cruel” e lubrificado a corrente com um óleo de quinta categoria, mas a bichinha tava querendo andar lá na frente! Os Kaveiras Nando, Elyandro, Gustavo e Sandro também estavam presentes, sinal de que o passeio seria veloz.

Assim que saímos da Ciclo Vil, desembocamos na Presidente Kennedy e cruzamos a ponte Rio Araújo, deixando São José para trás. Em frente a Tramontina encontramos Marquinho e sua gangue de Capoeiras, todos a fim de um pedal mais forte. Contei 36 cabeças que enfileiradas lembravam um cordão de luzinhas natalinas. Na subida da Ponte, Papai Noel derrubou Castilho, que não ouviu os sininhos das renas apressadas. Não dá nada, o espírito mountain bike é um estilo meio Papa: tem que beijar o chão!

Em frente ao tratamento de esgoto eu estava me sentindo um bosta, por isso resolvi extravasar tudo o que sentia num sprint até a subida da Prainha. Acho que o Cássio também queria extravasar, pois veio colado em mim. Da Prainha até a entrada da Ciclovia Sul, azulamos o cubo! João exibia orgulhoso a tecnologia usada para a segurança do grupo. Por rádio intimou Petry a ser o noivo na festa junina. Petry se esquivou daqui e dali, mas acho que irá aceitar, tudo é uma questão de uns tragos a mais de quentão.

Na relargada, Raquel Maravilha viu sua corrente fugir da coroa e tivemos que parar para socorrê-la. Então fui trocando uma ideia com Simara, Adi e Simone até a passarela que marca o fim da ciclovia. Daí fomos em bando até o Rio Tavares, com João gritando para a gente pedalar mais devagar, pois alguns colegas não estavam conseguindo nos acompanhar. Esse é um trecho perigoso, pois os carros passam colados em nossos guidões e qualquer cochilo é pacote na certa. No trevo que dá acesso à Lagoa da Conceição (Posto Galo), os Kaveiras avisaram que queriam chacoalhar seus ossos e voaram até o Morro das Pedras. O resto do grupo, os “pelancas”, partiu para a Praia do Campeche, dominando a ciclovia. Eu e o Luciano ultrapassamos o João e a Simara e íamos nos aproximando da velocidade da luz quando um mané apontou o bico do carro, invadindo a ciclovia. Cumprimentamos a mãe dele aos gritos. Como todos desejavam saudar a mãe do mané, ele se mandou, porque um ciclista sozinho não é nada, mas em bando fica tudo machinho, todo mundo luta vale-tudo. Contudo, se juntar nossas artes marciais, a única coisa que batemos é em retirada! Simbooooora cambaaaaada!!!

Chegamos à beira do mar do Campeche acompanhados novamente por Papai Noel, que presenteou Karol com um lindo pacotão! “Tás bem, nega?!” Karol trançou as pernas na roda dianteira como se tivesse dançando um tango (ou como se tivesse agarrando um orangotango?). Com dificuldade tiramos a Miss Pedal Continente do sufoco. Depois, eu e o Marquinho explicamos didaticamente para o Ricardo o porquê de as meninas irem ao banheiro com mais frequência que os meninos. Não entendemos de anatomia, mas o papo resultou numa boa piada.

Na volta os Kaveiras se agruparam novamente aos pelancas e, completo, o corpo tocou para casa. A turma está pedalando muito forte, furando sinal, dando sprints, forçando nas subidas e zunindo morro abaixo. Ninguém quer ficar para trás! Nem mesmo Papai Noel, que já estava indo embora, mas viu o sapatinho na janela do quintal do amigo Rodrigo e deixou mais um pacotinho na sinaleira da Prainha. Então, invadimos a ponte, passamos pela festa no Parque de Coqueiros, dobramos à direita após a lombada eletrônica e, após passarmos por debaixo do viaduto, pegamos à esquerda e passamos em frente da Dígitros. Daí, alcançamos o elevado de Capoeiras, onde eu, Ricardo, Elyandro e Alessandra nos separamos do grupo, que tocou para onde tudo começou.

Foi um pedal nervoso com vários trechos liberados para sprints. Em todas as paradas era visível a adrenalina pulsando nos olhos esbugalhados da galera. Do jeito que a coisa está indo, argumenta Petry, é muito possível que em pouco tempo haja pedal todos os dias, porque o tempo não para e a gente tá na pilha. “Eu tô ligado nessa matilha noturna, onde cada canino morde a própria vida!” Adoro essa espécie!

Prof. Charles.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Nando Karam é o cara!!!


Tanto nos palcos como nas pistas, Nando Karam é um artista pra lá de radical! À noite ele é pop star, de dia a mountain bike é o lugar onde ele costuma brilhar. Essa estrela chamada Nando integra a constelação chamada Pedal Continente. Não se trata de um grupo de competição. Somos, na essência, um grupo de curtição. Contudo, se o papo for sobre lama, embalados por muita Skol e muita Brahma, o pódio é nosso lugar.

Quando os ciclistas partiram às 08h44min., tínhamos certeza de que o nosso Nando era uma laranja que não iria amarelar. Bem preparado e com uma musculatura formada apenas por exercícios físicos, Nando é uma explosão que não toma “bomba”. A força desse sagitariano típico vem de uma alimentação saudável, do amor pela vida e de sua apaixonante torcida! Rinaldo e João são os mais entusiastas e sempre apostaram no talento do menino. Elyandro, Rodrigo, Gustavo, Simara, Fernanda, Alessandra, Raquel e eu também estávamos lá para conferir o desempenho do nosso talentoso amigo.


E não deu outra! Depois de encarar mais de duas horas e meia de prova, rodar 50 km, despencar de uma ribanceira a 58.9 km/h, uma camisa laranja veio se aproximando velozmente da linha de chegada com um sorriso de plena satisfação. Foi informado por mim e por Rinaldo da sua colocação na prova e vibrou feliz com o resultado: segundo colocado! Ele deixou para trás atletas fortíssimos que treinam duro todos os dias e há muitos anos. Deixou para trás os “bombados”, os favoritos, os mais bem equipados, os obstáculos e os sacrifícios e deu seu grito: “Quem pódio, pódio. Quem não pódio se fódio!


Parabéns Nando! Você foi o nome da corrida! Você é o cara! Curta muito essa vitória! Ela é sua, nossa e de todo grupo de amigos que você soube conquistar! E nosso muito obrigado por estampar no pódio com muito orgulho nossa camisa vitoriosa!!! Um abraço de corrente de cada elo da nossa família de bikers! Sucesso! Você merece!!!

Prof. Charles.